Região de São José do Rio Preto

As prioridades dos moradores das 74 cidades da região de São José do Rio Preto
Os resultados da pesquisa, que contou com a participação de 3.970 moradores das 74 cidades da região de São José do Rio Preto, revelam as principais demandas da população para o mandato municipal que se estende de 2025 a 2028. A saúde aparece como a principal prioridade para 65% dos entrevistados, reafirmando a importância desse tema para a qualidade de vida dos moradores. A necessidade de melhorias na infraestrutura hospitalar, no atendimento médico e na disponibilidade de serviços especializados se mostra uma constante em diversos municípios da região.
A infraestrutura viária também se destaca, com 43% dos moradores apontando asfalto e buracos como um problema relevante. A precariedade do pavimento impacta diretamente a mobilidade urbana, o transporte de cargas e até mesmo a segurança de motoristas e pedestres. Além disso, mato alto em terrenos (26%) aparece como uma preocupação expressiva, indicando que a manutenção urbana é uma demanda recorrente.
A educação e creches são uma prioridade para 28% dos entrevistados, reforçando o desejo da população por um sistema de ensino mais acessível e estruturado para atender às famílias. Já a segurança pública (23%) e o combate ao tráfico de drogas (16%) refletem a preocupação dos moradores com a criminalidade e a sensação de insegurança em suas cidades.
Outros temas de grande relevância incluem empregos (20%), evidenciando a necessidade de oportunidades no mercado de trabalho, e transporte coletivo/pontos cobertos (11%), que impactam diretamente a rotina de quem depende de transporte público. Coleta seletiva de lixo (10%) e poluição sonora (10%) também estão entre as preocupações apontadas pelos moradores.
A pesquisa reforça que algumas demandas podem ser atendidas a curto prazo com ações emergenciais, como a operação tapa-buracos, limpeza de terrenos, melhorias no transporte coletivo e combate à poluição sonora. Outras questões, como ampliação do acesso à saúde e criação de oportunidades de emprego, exigem planejamento e iniciativas estruturantes ao longo dos quatro anos de mandato.
Cada cidade tem suas especificidades e desafios únicos, mas a consolidação dos resultados permite compreender tendências regionais e dar voz aos moradores de municípios menores que não atingiram o número mínimo de 60 respostas individuais para gerar gráficos próprios. As cidades incluídas nesta análise são:
Adolfo, Altair, Álvares Florence, Américo de Campos, Ariranha, Bady Bassitt, Bálsamo, Cajobi, Cardoso, Catanduva, Catiguá, Cedral, Cosmorama, Elisiário, Embaúba, Fernandópolis, Floreal, Guapiaçu, Guaraci, Guarani d"Oeste, Ibirá, Icém, Indiaporã, Ipiguá, Irapuã, Itajobi, Jaci, José Bonifácio, Macaubal, Macedônia, Magda, Marapoama, Mendonça, Meridiano, Mira Estrela, Mirassol, Mirassolândia, Monte Aprazível, Neves Paulista, Nhandeara, Nipoã, Nova Aliança, Nova Granada, Novais, Novo Horizonte, Olímpia, Onda Verde, Orindiúva, Ouroeste, Palestina, Palmares Paulista, Paraíso, Parisi, Paulo de Faria, Pedranópolis, Pindorama, Planalto, Poloni, Pontes Gestal, Potirendaba, Riolândia, Sales, Santa Adélia, São José do Rio Preto, Sebastianópolis do Sul, Severínia, Tabapuã, Tanabi, Ubarana, Uchoa, União Paulista, Urupês, Valentim Gentil e Votuporanga.
Vale lembrar que, para garantir a confiabilidade da pesquisa, apenas cidades com mais de 60 respostas válidas tiveram seus resultados analisados individualmente. Os moradores de cidades que não atingiram esse número tiveram suas respostas incorporadas nesta análise consolidada.
Esses dados são fundamentais para entender as expectativas da população e dar subsídios para o debate público sobre os rumos da gestão municipal nos próximos anos.
